Informamos que nos dias 15 de Dezembro de 2023 à 07 de Janeiro de 2024 não haverá expediente no ESCRITÓRIO CONTÁBIL CONFIANÇA.
Retornaremos nossas atividades no dia 08 de Janeiro de 2024
Que as realizações alcançadas este ano, sejam apenas sementes plantadas, que serão colhidas com maior sucesso no ano vindouro.
Boas Festas e um Próspero Ano Novo.
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O varejo brasileiro registrou crescimento nominal de 2,6% no Natal de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024. Os dados são do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) e consideram as vendas realizadas entre 19 e 25 de dezembro.
O resultado reflete um consumidor mais cauteloso, que priorizou itens essenciais e reduziu gastos em categorias tradicionalmente associadas a presentes. Ao mesmo tempo, o comércio digital ganhou ainda mais espaço no período.
As vendas pela internet cresceram 10,2%, mesmo sobre uma base já elevada, reforçando o papel do canal digital no varejo brasileiro. No varejo físico, o avanço foi mais moderado, de 1,8%, mas ainda positivo.
Em média, cada compra teve valor de R$ 107,81. Os homens responderam por 53,6% das operações, com maior presença nas lojas físicas. Já as mulheres concentraram 52,5% das transações on-line, embora com gasto médio menor.
Apesar de representar apenas 5,9% do volume de vendas, o crédito parcelado respondeu por 26,4% do faturamento total do período. O ticket médio dessa modalidade chegou a R$ 484,51, bem acima das demais formas de pagamento.
O Pix, por sua vez, respondeu por 9,2% das vendas, mas teve o menor valor médio por compra, de R$ 71,60.
Setores essenciais sustentam o Natal
Entre os chamados setores “presenteáveis”, houve retração de 0,2%. Vestuário, móveis e eletrodomésticos, além de livrarias e papelarias, registraram queda nas vendas. Em contrapartida, cosméticos e higiene cresceram 5,5%, enquanto óticas e joalherias avançaram 2,1%.
Nos setores não ligados a presentes, o consumo essencial manteve o desempenho do varejo. Drogarias e farmácias lideraram o crescimento, com alta de 10,3%, seguidas por supermercados, pet shops e serviços automotivos.
Segundo Carlos Alves, vice-presidente de Negócios da Cielo, o período foi marcado por um comportamento mais racional. De acordo com ele, o consumo foi sustentado principalmente pelos itens essenciais e pelo canal digital.
Bens não duráveis lideram desempenho
O macrossetor de Bens Não Duráveis foi o principal motor do Natal, com crescimento de 4,0%. O setor de Serviços avançou 2,7%. Já os Bens Duráveis e Semiduráveis registraram leve retração de 0,3%, indicando maior seletividade nas compras de maior valor.
No ambiente digital, os Bens Não Duráveis cresceram 23,3%, enquanto os Bens Duráveis e Semiduráveis recuaram 1,9%.
Todas as regiões do país apresentaram crescimento no período. O Sudeste avançou 2,2%, com destaque para Minas Gerais, que cresceu 4,2%. No Nordeste, o faturamento aumentou 1,1%, impulsionado pelo Ceará. Sul, Norte e Centro-Oeste também tiveram alta, embora em ritmo mais moderado.
Inflação ainda não entra no cálculo
Os números divulgados são nominais e ainda não consideram a inflação do período, que será informada posteriormente pelo IBGE. O ICVA acompanha mensalmente o desempenho do varejo com base em dados reais de vendas, oferecendo um retrato do comportamento de consumo no país.
Fonte: correiobraziliense
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