Informamos que nos dias 15 de Dezembro de 2023 à 07 de Janeiro de 2024 não haverá expediente no ESCRITÓRIO CONTÁBIL CONFIANÇA.
Retornaremos nossas atividades no dia 08 de Janeiro de 2024
Que as realizações alcançadas este ano, sejam apenas sementes plantadas, que serão colhidas com maior sucesso no ano vindouro.
Boas Festas e um Próspero Ano Novo.
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O ano de 2026 começou mais fraco para o comércio exterior brasileiro. Tanto as importações quanto as exportações apresentaram queda em janeiro quando comparadas com o mesmo mês do ano anterior. Dados publicados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) nesta quinta-feira (5/2) mostram que as empresas brasileiras exportaram o equivalente a US$ 25,2 bilhões no período, ao mesmo tempo em que importaram US$ 20,8 bilhões.
Com os resultados, as exportações recrudesceram 1% em janeiro de 2025 ante o mesmo mês do ano anterior, ao passo que as importações caíram 9,8%. Diante disso, o saldo final da balança comercial foi positivo em US$ 4,3 bilhões e cresceu 85,8% no período. Já a corrente de comércio, que representa a soma de importações e exportações, recuou 5,1% e atingiu US$ 46 bilhões.
A queda mais forte das importações no primeiro mês do ano se deve principalmente ao setor de bens intermediários, que apresentou um resultado 15% inferior ao registrado em janeiro de 2025. Além disso, também contribuiu para esse resultado a aquisição menor de combustíveis, que caiu 21,5% no mesmo período, passando de US$ 2,4 bilhões para US$ 1,9 bilhões.
Já em relação às exportações, as maiores quedas vieram da indústria extrativa, com destaque para óleos brutos de petróleo (-7,8%) e minério de ferro e seus concentrados (-8,6%). Por outro lado, as vendas de soja cresceram mais de 90% e atingiram US$ 831 milhões no mesmo período, em virtude de uma safra mais forte no início deste ano.
Com determinados produtos ainda sob o efeito das tarifas adicionais de 50%, as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 25,5% na comparação com janeiro de 2025. Já as vendas para a China cresceram 17,4% e somaram US$ 6,47 bilhões no mesmo período.
Fonte: correiobraziliense
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