Informamos que nos dias 15 de Dezembro de 2023 à 07 de Janeiro de 2024 não haverá expediente no ESCRITÓRIO CONTÁBIL CONFIANÇA.
Retornaremos nossas atividades no dia 08 de Janeiro de 2024
Que as realizações alcançadas este ano, sejam apenas sementes plantadas, que serão colhidas com maior sucesso no ano vindouro.
Boas Festas e um Próspero Ano Novo.
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Impulsionado pelo aumento da gasolina, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,33%, repetindo a variação observada em dezembro de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10/2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em janeiro de 2025, o índice havia sido de 0,16%. No acumulado de 12 meses, a inflação oficial chegou a 4,44%. Dos nove grupos de bens e serviços pesquisados, sete apresentaram alta de preços. Em direções opostas, a gasolina, com aumento de 2,06%, e a energia elétrica residencial, que registrou queda de 2,73%, exerceram as principais influências sobre o índice no primeiro mês do ano.
O grupo transportes avançou 0,60% e foi o principal responsável pelo impacto no IPCA de janeiro, puxado pela alta de 2,14% nos combustíveis. A gasolina exerceu o maior impacto individual sobre o resultado do mês. Entre os demais combustíveis, o etanol subiu 3,44%, o óleo diesel teve alta de 0,52% e o gás veicular avançou 0,20%.
Em sentido oposto, o grupo habitação recuou 0,11% em janeiro, influenciado pela queda de 2,73% na energia elétrica residencial, que exerceu o maior impacto negativo no índice do mês. Em dezembro, vigorava a bandeira tarifária amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Já em janeiro, passou a valer a bandeira verde, sem custo extra para os consumidores.
O único outro grupo a registrar deflação, além de habitação, foi vestuário, com recuo de 0,25%.
Alimentação
O grupo alimentação e bebidas apresentou desaceleração na passagem de dezembro para janeiro, com variação de 0,23%, ante 0,27% no mês anterior. A alimentação no domicílio avançou 0,10%, abaixo dos 0,14% registrados em dezembro, influenciada pelas quedas nos preços do leite longa vida, que recuou 5,59%, e do ovo de galinha, com baixa de 4,48%.
No sentido oposto, as maiores altas foram observadas no tomate, que disparou 20,52%, e nas carnes, com aumento de 0,84%, especialmente o contrafilé, que subiu 1,86%, e a alcatra, com alta de 1,61%.
A alimentação fora do domicílio também desacelerou, passando de 0,60% em dezembro para 0,55% em janeiro. Nesse grupo, a refeição acelerou de 0,23% para 0,66%, enquanto o lanche, que havia registrado aumento de 1,50% no mês anterior, avançou 0,27% em janeiro.
Resultado por grupos
• Alimentação e bebidas: 0,23%
• Habitação: -0,11%
• Artigos de residência: 0,20%
• Vestuário: -0,25%
• Transportes: 0,60%
• Saúde e cuidados pessoais: 0,70%
• Despesas pessoais: 0,41%
• Educação: 0,02%
• Comunicação: 0,82%
Fonte: correiobraziliense
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