Informamos que nos dias 15 de Dezembro de 2023 à 07 de Janeiro de 2024 não haverá expediente no ESCRITÓRIO CONTÁBIL CONFIANÇA.
Retornaremos nossas atividades no dia 08 de Janeiro de 2024
Que as realizações alcançadas este ano, sejam apenas sementes plantadas, que serão colhidas com maior sucesso no ano vindouro.
Boas Festas e um Próspero Ano Novo.
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As contas do governo central registraram um déficit de R$ 30 bilhões em fevereiro deste ano, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (30) pelo Tesouro Nacional. O valor engloba os resultados obtidos pelo Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social e é resultado das receitas líquidas, ou seja, exclui transferências regionais.
O déficit significa que o governo gasta mais do que arrecada em um ano, resultando em um saldo negativo. Se a arrecadação é maior que os gastos, o saldo é positivo e se chama superávit primário. O resultado primário não considera a despesa com o pagamento da dívida pública.
Comparado ao mesmo mês do ano passado, quando o déficit era de R$ 31,6 bilhões, o valor registrou queda de 5%, informou o órgão.
Em termos reais, a receita líquida apresentou um acréscimo de R$ 8,3 bilhões (+5,6%), enquanto a despesa total registrou um aumento de R$ 5,6 bilhões (+3,1%), quando comparadas a fevereiro de 2025.
Já no primeiro bimestre, as contas registraram um superávit de R$ 56,9 bilhões, comparado a um superávit de R$ 53,5 bilhões em 2025. Em termos reais, a receita líquida apresentou um aumento de R$ 11,7 bilhões (+2,8%) e a despesa total registrou uma alta de R$ 10,9 bilhões (+3,0%) em 2026, quando comparadas ao primeiro bimestre de 2025.
Tesouro piora projeções para dívida pública
Em janeiro, o Tesouro Nacional piorou significativamente suas projeções para a dívida pública bruta do Brasil, diante do nível elevado dos juros no país, prevendo uma trajetória de alta no endividamento até 2032, quando chegaria a 88,6% do PIB, segundo novas estimativas divulgadas nesta semana.
Em seu relatório de projeções fiscais, a secretaria estimou que a dívida bruta subirá a 83,6% do PIB (Produto Interno Bruto) no fechamento deste ano, contra uma previsão de 79,3% do PIB em 2025.
Fonte: noticias.r7
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